sábado, 27 de fevereiro de 2010

Amigas...

Já cá tinha dito que tenho as melhores amigas do mundo? Não?

É imperdoável!

Apenas três amigas sabem do ruir do meu mundo. Só três... As duas L. e a S.

Amigas distintas, que me conhecem de um modo distinto e por quem nutro um grande carinho.

As L. sabem deste blog, a S. não. As L. conhecem-me desde os 13/14 anos. Não precisamos falar para sabermos o que a outra sente. E um abraço ou palavra reconfortante delas é como um bálsamo. Não faz com que a dor desapareça, não, mas ajuda na sua cura, no seu lento desaparecimento...

A S. conheceu-me a mim e ao B. no mesmo dia. Vê-nos, talvez, mais vezes e é sobretudo uma pessoa bastante objectiva e racional. Fez-me ver as coisas de uma forma fria, que eu, por amor, ainda me custa a ver!

Agora já parei de cair... Estou num mundo completamente desconhecido. Nunca cá estive antes.

Para onde vou? Qual é a melhor direcção a tomar? Não sei... Não sei mesmo... Só sei que vocês me ajudarão a encontrar o caminho e por isso estou-vos grata. Profundamente grata!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Instrospecção


Hoje faltam-me as palavras...
Estou numa profunda introspecção.
Vejo a minha vida vazia neste momento, mas já tenho um lápis colorido na mão.
Agora preciso de aprender a escrever sozinha... Era tão mais fácil quando havia uma mão sobre a minha.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Quando o chão nos foge debaixo dos pés


O que é suposto fazer quando nos sentimos cair e não nos sentimos chegar a terreno firme e seguro? Será que a vida terrena também tem um lugar intermédio, nem bom nem mau, nem quente nem frio?
Só sei que é aqui que eu estou: em queda livre, sem sentir que parei de cair!

Pelo caminho muitas recordações (boas)! Muitas histórias, emoções, partilhas e aventuras e muita luta para afirmar uma relação heterogénea.

Valeu a pena?

Quoting Fernando Pessoa: "Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena!"
(Mas hoje não consigo pensar assim!)

A montanha

Começo com uma grande vontade de escrever, mas o meu discurso não faz muito sentido, tal como a minha vida neste momento...
Tenho uma grande montanha à minha frente e sei que a tenho de subir para chegar ao outro lado e voltar a ver o sol! Neste momento preciso de deixar os saltos altos e calçar uns ténis confortáveis em que me sinta bem e me sinta EU de novo.
E este blog vai ser o meu diário de bordo durante a difícil viagem que se iniciará!